O documentário de 2011, "Life in a Day" está disponível na sua totalidade e de forma gratuita no Youtube. Durante cerca de uma hora e meia dezenas de pessoas de todo o mundo mostram como foi o seu dia 24 de Julho de 2010 numa montagem que não podia ter sido melhor conseguida ou estar mais autêntica, visto que foram os próprios participantes que enviaram os vídeos para o Youtube. Há momentos engraçados, comoventes ou simplesmente esquisitos e é um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos. Vale a pena ver até ao fim.
Bem, este ano tem sido mau para algumas celebridades. Ontem Brittany Murphy morreu de paragem cardíaca. Confesso que nunca fui grande fã da actriz em si, mas entre 2002 e 2005 ela participou em filmes que foram bastante divulgados, 8 Mile, Uptown Girls, Just Married e Sin City. Na altura tinha eu os meus 12 anos (não durante esses 3 anos obviamente) e, como leitora assídua que era da Bravo era impossível não conhecer este nome. No entanto vou recorda-la mais pelas participações em Vida Interrompida e Os Rapazes da Minha Vida, dois dos meus filmes preferidos. Foi um choque sim, senhor. Agora aqui estamos, mas daqui a 1 minutos não se sabe. Bem, era como Keanu Reeves dizia em Bill & Ted's Excellent Adventure, "All we are is dust in the wind, dude."
Fiquem com Brittany Murphy em Os Rapazes da Minha Vida:
Em Whoville a população prepara-se para o Natal, a sua época do ano preferida, contudo, no alto de uma monatnha, Grinch uma criatura zangada que odeia tudo com ele relacionado, planeia destruir o Natal. Não chega a conseguir porque uma rapariguinha da aldeia mostra-lhe o significado do Natal. No fim Grinch junta-se à festa e fica tudo bem. Este filme pode ser desprezado pela crítica e há quem não suporte ver o Jim Carey neste papel, mas isso é porque devem ter meio coração (estão a ver a referência?). Tudo o que tem o Jim Carey é um festival de riso e Grinch não é excepção e, para alem disso, está cheio de espírito natalício.
4º - Sozinho em Casa
Já todos o vimos. Já passou em todos os canais e parece que não vai desaparecer tão cedo. De certeza que há muitos que já não aguentam os ladrões e os gritos do Mcaulay Culkin, mas temos de admitir que não é Natal se não houver Sozinho Em Casa. A história é simples, um rapaz deseja ficar sem a família e não é que isso acontece mesmo? Enquanto os chatos estão na Florida, Kevin diverte-se a experimentar o after-shave do pai, a explorar o quarto dos irmãos e a desabilitar ladrões com uma violência que só pode ser descrita como... hilariante. Mas depois as coisas ficam aborrecidas e a vida não tem assim tanta piada quando se está sozinho, por isso a família volta e fica tudo bem... durante um ano, porque depois a criança farta-se outra vez da família e acaba sozinho em Nova Iorque.
O que é que Música no Coração tem a ver com o Natal? O filme em si, muito pouco, mas infelizmente foi-se perdendo a tradição de passar na televisão nesta época. Não sei se é uma coisa pessoal ou um sentimento geral, mas "Edelweiss" faz-me lembrar mais do Natal do que muita da "música" que anda a tocar por esses centros comerciais fora. Já foi uma tradição da minha família ver-mos juntos este filme no dia 25 na ressaca da maluqueira da meia-noite da véspera de Natal e, apesar de não haver pinheiros, nem pais-natal ou neve, o filme tem todo o espírito e valores que de tanto se fala nesta época, por isso recomenda-se vivamente dar uma vista de olhos.
2º - Um Conto de Natal
É o cliché de Natal. Todos os anos algum programa pega na história e aplica-a ás suas personagens. Há filmes, desenhos animados, até bandas desenhadas, mas é uma história que nunca envelhece. Este ano é o filme eleito para ir ver com a família ao cinema. Porque haverá alguma coisa melhor para entrar no espírito natalício?
1º - O Amor Acontece
Bem, na verdade há. O Amor Acontece tornou-se no mais recente clássico de Natal. É o meu favorito, porque é o mais real. Aqui não há amor fabricado (a história do inglês que vai para a América não conta), nem paz no mundo porque é Natal. Todas as personagens têm os seus problemas e é muito fácil relacionar-nos com as histórias que vão se vão sucedendo. É engraçado, é triste, até ridículo, mas, cima de tudo faz-nos sentir. O filme de Natal perfeito.Esqueçam lá esse ódio de estimação pelo Hugh Grant e vejam este filme com as luzes da árvore a brilhar no fundo!